/ Física Independente

Ricardo Flor

Pesquisa em física teórica e filosofia da física desenvolvida de forma autônoma e independente, por mais de quarenta anos, livre de amarras institucionais tradicionais.

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Em Breve:

Na Sombra dos Gigantes

A exposição completa do trabalho de mais de quatro décadas de trabalho independente e lógica precisa. Desde a analise dos fundamentos filosóficos do conhecimento, da ciência e da física, à proposta de experimentos simples que desafiam algumas das teses atuais principais à proposta de uma nova interpretação dos fenômenos físicos mais lógica, uniforme e abrangente das atuais.
A busca pelo que restou escondido e esquecido nas sombras das nossas mais "perfeitas" teorias.

O manuscrito está em fase final de revisão técnica e será disponibilizado em breve para apoiadores do projeto antes do lançamento oficial.

A clean chalkboard covered in handwritten mathematical derivations, soft side lighting, professional educational video frame.
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■ Divulgação Científica

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Aulas e Derivações

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Artigos

Trabalhos acadêmicos completos publicados sob licença de acesso aberto, disponíveis para download e escrutínio científico.

Demonstra por que a física precisa ser vista como formada em três perspectivas: Os dados observados, as relações entre esses dados e as interpretações. Mostra como essa simples divisão dissolve problemas importantes como a divisão entre realistas e instrumentalistas, a renormatização, a catástrofe do vácuo e a medição quântica. Propõe também o conceito de meia verdade que permite que conceitos falsos persistam e se propaguem quando combinados com conceitos tidos como fortes e verdadeiros.

Novas pesquisas estão em andamento e serão disponibilizadas gradualmente no arquivo público.

Explora os limites da dúvida e da certeza, onde a utilidade de cada uma precisa de um limite prático. Conclui que os dogmas pessoais são necessários e úteis, mas os coletivos, quando todos tem a mesma certeza ao mesmo tempo, precisam ser evitados. Como a divergência é um ônus para o indivíduo, embora vital para a sociedade, esta precisa incentivar e financiar o dissenso.

O artigo utiliza a metáfora de uma barragem para descrever dogmas científicos: estruturas que protegem a estabilidade profissional, mas que acumulam a crescente pressão de anomalias e novos dados. Argumenta-se que a adesão ao dogma é, para muitos pesquisadores, uma estratégia racional de sobrevivência; contudo, o rompimento da barragem é inevitável. Mas para o cientista que já alcançou segurança material, a reexploração dos fundamentos pode representar a forma mais autêntica de sucesso.

Propõe o conceito de “Efeito Babel” como uma tendência inevitável, gradual e em geral imperceptível de que toda organização se afasta dos seus objetivos formais, não raro se opondo a eles na prática. Reconhecendo a inevitabilidade e vantagens da organização, alerta para que a conservação dos objetivos é ainda mais importante, pelo que o efeito precisa ser reconhecido. O combate ao pensamento divergente pelas organizações científicas seria exemplo do Efeito Babel.

O artigo questiona a noção de que a Idade das Trevas foi um período isolado na história, demonstrando que, embora tenha sido um período de auge, suas principais características já estavam presentes antes e até mesmo na física contemporânea.

O artigo utiliza a metáfora do campo científico como um labirinto para analisar as falhas na formação, transmissão e disseminação do conhecimento científico.

Propõe que o erro da ilusão de completude da física no final do século XIX não foi um acidente, mas uma característica do conhecimento. Propõe a heurística do Yin-Yang para considerar a incompletude das teorias, onde cada uma contém a semente da sua sucessora que a complementará. As críticas deixam de ser vistas como ataques, para serem percebidas como colaboração.

O propõe um critério objetivo de demarcação para as ciências empíricas, em contraposição ao conceito sociológico atualmente dominante na prática institucional. Baseado na observação efetiva e na consistência lógica. A falseabilidade popperiana, a capacidade preditiva, a abrangência e o Dialectical Robustness Index (DRI) são reposicionados como qualificadores internos.